quinta-feira, 16 de maio de 2013


No fim da tarde da última terça-feira, 14, os professores municipais de Vitória da Conquista se mobilizaram em frente a Prefeitura Municipal para reivindicar melhores condições para o ensino público.
O ato público foi uma resposta da categoria às propostas formuladas pela Prefeitura durante as negociações da Campanha Salarial 2013. Em suas proposições, o executivo municipal não apresentou nenhum plano concreto para solicitações contidas que tratam das políticas pedagógicas do município.
O repasse mínimo proposto pelo executivo também não foi aprovado pelos docentes, pois o reajuste de 7,99% segue o que é garantido pela Lei do Piso, e não representa nenhum investimento municipal para a valorização da classe. Fonte: Ascom – SIMMP

Professores municipais de Conquista não aceitam proposta da prefeitura


Os professores da redeu municipal de ensino de Vitória da Conquista realizaram assembleia ontem (terça-feira) no intuito de apresentar a proposta de reajuste salarial da prefeitura.
Após várias discussões, a categoria decidiu não aceitar a proposição formulada pela Prefeitura.
Segundo a categoria, a proposta não apresenta os pontos do Termo de Repactuação das Relações de Trabalho que tratam das políticas pedagógicas do município de forma concreta.
“A proposta feita pela Prefeitura não modifica em nada a nossa realidade. Existem várias questões, como por exemplo, o tempo de estudo dos professores que trabalham nos anos iniciais do ensino fundamental, que nunca foram contemplados. O governo vive ilegal e nos calarmos agora seria ser conivente com isso, coisa que nós, professores do município nunca fizemos”, explica o docente Márcio Freudenthal, do Ciclo do Capinal.
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O repasse mínimo proposto pelo executivo também não foi aprovado pelos docentes, pois o reajuste de 7,99% apenas segue o que é garantido pela Lei do Piso, e não representa nenhum esforço por parte da Prefeitura para a valorização da classe. “O que eles estão oferecendo simplesmente o que já é lei, isto não é necessário negociar. Então é necessário que se faça este movimento. A educação precisa ser valorizada e isso perpassa pela valorização salarial dos profissionais”, afirmou a professora Janete Dias, da Escola Municipal Maria Leal. Com informações da Assessoria de Comunicação do Simmp


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