Trabalhadores da azaleia vão receber duas parcelas adicionais do seguro-desemprego
a pagamento de duas parcelas adicionais do seguro desemprego para trabalhadores do polo calçadista do sudoeste baiano
Trabalhadores demitidos do pólo calçadista da Bah
ia vão receber duas parcelas adicionais do seguro-desemprego. A decisão, aprovada nesta quarta-feira (22), em reunião ordinária do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), realizada em Brasília, atende ao pleito do Governo do Estado da Bahia. A aprovação beneficiará diretamente a 7.379 trabalhadores das unidades de Caatiba, Firmino Alves, Itambé, Itororó, Macarani e Itapetinga no sudoeste da Bahia e o valor médio da parcela será de R$813.
Intervenções – Após o fechamento das 11 unidades do parque industrial da Vulcabras/Azaléia, apenas 8 mil trabalhadores continuam em atividade. “O governo do Estado fez intervenções para minimizar os efeitos da crise, mas a situação ainda é preocupante”, declarou o secretário do Trabalho da Bahia, Nilton Vasconcelos. As duas parcelas adicionais do seguro-desemprego para os trabalhadores demitidos, seguirá os critérios estabelecidos pela Resolução nº 592, de 11 de fevereiro de 2009.
O anúncio oficial do fechamento das unidades aconteceu em 26 de novembro de 2012 e atingiu as cidades de Caatiba, Itambé, Macarani, Itororó, Iguaí, Potiraguá, Ibicuí, Itaranti e Firmino Alves, interior da Bahia. Ao todo foram cerca de 3.500 operários demitidos. Com o fechamento, a empresa centralizou ações em Itapetinga. Além dos direitos trabalhistas – aviso prévio, férias, 13º salário etc -, os trabalhadores asseguraram na negociação o pagamento de dois salários adicionais e a oferta de cinco cestas básicas.
Ascom Setre
Prefeitura disponibiliza espaço para construção de unidade de internação para adolescentes
Em nota a secretaria de comunicação da Prefeitura informou que um espaço de 15 mil m², em Vitória da Conquista, foi disponibilizado pela prefeitura ao Estado, para a construção do Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE), que atenderá a jovens que cometeram ato infracional. A informação foi dada na tarde da última quinta-feira (23) pelo prefeito da cidade, Guilherme Menezes, em reunião com a secretária de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes), Moema Gramacho.
Já temos o terreno e contamos com o apoio da Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República”, disse Guilherme Menezes solicitando encaminhamento por parte da Sedes. Ele disse que na CASE haverá escola, posto de saúde, quadras de esporte, além de uma área de internação e outras atividades socioeducativas.
Segundo Moema Gramacho, os recursos junto à SDH para a construção da unidade já estão garantidos. “Dentro de aproximadamente uma semana, enviaremos toda a documentação necessária para a elaboração do projeto que será apresentado ao Governo Federal, até o final de junho, para a captação desses recursos”, adiantou.
Vereador cobra solução para o problema da segurança no município
“Quantas mães ficarão viúvas e filhos órfãos. Até quando nós teremos que conviver com a violência em nossa cidade?”, questionou, afirmando que é preciso ações concretas para acabar de forma definitiva com a violência. O parlamentar solicitou ainda a instalação de postos policiais nos distritos para garantir mais segurança na zona rural.
A audiência foi uma iniciativa do presidente da Comissão de Justiça, vereador Coriolano Moraes (PT), segundo quem, para que ocorram melhorias na prestação de serviços, é necessário que os consumidores colaborem, apresentando denúncias aos órgãos responsáveis, e que as empresas melhorem a postura em relação aos usuários

Para debater a má-prestação dos serviços de telefonia móvel em Vitória da Conquista, a Câmara de Vereadores realizou na noite desta terça-feira (28) uma audiência pública, na qual se discutiu melhorias para os problemas enfrentados pelos usuários. A audiência foi uma iniciativa do presidente da Comissão de Justiça, vereador Coriolano Moraes (PT), segundo quem, para que ocorram melhorias na prestação de serviços, é necessário que os consumidores colaborem, apresentando denúncias aos órgãos responsáveis, e que as empresas melhorem a postura em relação aos usuários.
Ainda em sua fala, o vereador falou que há uma contradição no serviço prestado pelas operadoras, uma vez que, enquanto o número de consumidores tem crescido ao longo dos anos, com uma das tarifas mais caras do mundo, a qualidade do serviço tem caído. “Ainda temos muitos assuntos para debater e poderíamos fazer inúmeras audiências, porque as reclamações são muitas”, finalizou o parlamentar, elogiando a operadora Claro, única representante do segmento a comparecer à audiência.
O representante do Ministério Público, Carlos Robson, acredita que, para conquistar melhorias, os usuários devem notificar os órgãos responsáveis, como a Anatel e o Procon, por exemplo. “Só podemos propor uma ação civil pública se tivermos provas contra as empresas”.
Segundo o vereador, o Brasil tem que saber que a terceira maior cidade da Bahia repudia a Oi, porque desta forma a empresa adotará medidas para sanear o problema. “Não entendo porque o Ministério Público é tão eficaz quando é para entrar com uma ação contra a Prefeitura quando tem uma lâmpada quebrada e não faz nada contra as operadoras. Eu não entendo isso”.
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